• Fonte: FPF

    Benfica conquista Supertaça

  • Foto: SL Benfica

    Benfica renova com Carlos Nicolia

  • efefefef

    Ussain Bolt atropelado em plena pista quando festejava o ouro nos 200 metros.

  • DSDSDSGGG

    Ricardinho quer levar jogador do Benfica para o Inter Movistar

Melhores Marcadores

  • 1
    Pedro Cruz - Águas Santas / Milaneza
    192
  • 2
    Pedro Sequeira - Passos Manuel
    140
  • 3
    Pedro Portela - Sporting
    137
  • 4
    Belone Moreira - Passos Manuel
    130
  • 5
    Yuriy Kostetsky - SC Horta
    117
  • 6
    Nuno Silva - Madeira SAD
    115
  • 7
    Pedro Solha - Sporting
    114
  • 1
    Nandinho - Boavista
    33
  • 2
    Vigário - Unidos Pinheirense
    30
  • 3
    Jander - SL Olivais
    28
  • 4
    Alessandro Patias - Benfica
    25
  • 5
    Márcio Moreira - Póvoa Futsal
    22
  • 6
    Fábio Cecílio - SC Braga
    22
  • 7
    Zé Marau - Unidos Pinheirense
    20
  • 1
    Luís Viana - Juventude Viana
    64
  • 2
    João Rodrigues - Benfica
    48
  • 3
    Gonçalo Alves - Oliveirense
    42
  • 4
    Nuno Araújo - Valongo
    40
  • 5
    Francisco Barreira - Sanjoanense
    38
  • 6
    Carlos Nicolia - Benfica
    35
  • 7
    Vítor Hugo Pinto - FCP / Império Bonança
    31

Resultados da Jornada

  • Santo Tirso
    29
  • 30
    Águas Santas / Milaneza
  • Sporting
    27
  • 20
    Xico Andebol
  • Benfica
    29
  • 27
    FC Porto
  • Belenenses / Delta
    26
  • 25
    Maia / ISMAI
  • SC Horta
    44
  • 34
    ABC / UMinho
  • Passos Manuel
    31
  • 25
    Madeira SAD
  • Benfica
    8
  • 1
    Rio Ave
  • Cascais
    5
  • 6
    Leões PS
  • Póvoa Futsal
    2
  • 5
    Boavista
  • Modicus
    5
  • 1
    Burinhosa
  • Unidos Pinheirense
    5
  • 1
    Belenenses
  • SC Braga
    4
  • 1
    SL Olivais
  • Fundão
    4
  • 4
    Sporting
  • Candelária
    4
  • 2
    Paço de Arcos
  • Oliveirense
    5
  • 3
    OC Barcelos
  • Carvalhos
    3
  • 2
    HC Turquel
  • Sanjoanense
    6
  • 3
    CD Póvoa
  • Juventude Viana
    3
  • 3
    Sporting
  • Benfica
    11
  • 3
    Tigres Almeirim
  • FCP / Império Bonança
    6
  • 6
    Valongo

Entrevistas

Notícias

    • Benfica conquista Supertaça

      Fonte: FPF
      30 Agosto, 2015

      A equipa do Benfica venceu o Fundão por 6-3 conquistando assim a  7ª Supertaça do seu Palmarés,  efectuando o pleno no que diz respeito a troféus nacionais referentes a época anterior.

      Partida emocionante em Oliveira de Azeméis, onde desde cedo o Benfica evidenciou superioridade no jogo, foi no entanto o Fundão que fruto da inspiração de Pany inaugurou o marcador, num belo lance individual. A equipa Beirã mostrava coesão defensiva, e Iago Sanchéz destacava-se nos postes da baliza fundanense. Apesar desse controlo, o Fundão viria a bisar na partida por intermédio de Márcio, num lance que sofre ainda um desvio que acaba por trair o guardião encarnado Juanjo.

      A partir deste golo a equipa do Benfica intensificou a pressão e rapidamente se avolumaram ocasiões claras de golo para os campeões em título, que nesta fase viu a bola embater quatro vezes nos ferros da baliza defendida por Iago. No entanto sem conseguir concretizar, o Fundão saiu assim para o intervalo a vencer por 2-0.

      A segunda-parte manteve os predicados da primeira, com um Benfica dominador e um Fundão pragmático, a jogar no seu meio campo defensivo. No entanto a eficácia manteve-se e novamente Pany marcou para o Fundão estabelecendo assim o resultado em 3-0.

      No entanto o Benfica não baixou os braços, e à imagem do seu treinador insistiu e tirou rendimento dessa insistência, quando Bruno Coelho concretizou o primeiro tento para os encarnados, a partida segui nesta toada, até que a faltarem 4 minutos para o fim, Joel Rocha apostou no 5×4 e o Benfica tirou proveito faturando por 2 vezes, respectivamente por  Fernando Wilhelm e num lance confuso a poucos segundos do fim com a participação de Alan Brandi.

      O jogo seguiu assim para prolongamento, mas a equipa do Fundão muito afectada por consentir a igualdade após ter estado a vencer por 3-0 nunca se encontrou, e o Benfica aproveitou para resolver a partida com os golos de Fábio Cecílio e já com o Fundão em 5×4, Juanjo e Wilhelm novamente fizeram o resultado final de 6-3. O Benfica conquista assim Supertaça, numa partida que dominou, as estatísticas mostram que efectou 7 dezenas de remates a baliza do Fundão e acertou por 6 vezes nos postes da baliza Beirã.

      Nota ainda para a expulsão de Patias nos últimos segundos da partida após ter chutado a bola contra Teka.

    • Benfica renova com Carlos Nicolia

      Foto: SL Benfica
      27 Agosto, 2015

      ESTAMOS A OFERECER 50 EUROS GRÁTIS PARA APOSTAR NO SEU CLUBE. BASTA CLICAR AQUI E GANHAR!

      Carlos Nicolia, considerado o melhor jogador do mundo de hóquei em patins da actualidade, renovou contrato com o Benfica. O hoquista que ajudou os encarnados a sagrarem-se campeões nacionais e a Argentina, campeã do Mundo deixou algumas declarações ao site oficial do clube, dizendo que o emblema da Luz lhe dá “todas as condições para que possa treinar da melhor forma e continuar a evoluir como desportista e como homem.”

      “Tanto eu como a minha família estamos muito bem aqui. Eu, como jogador, tenho todas as condições no Benfica e, a partir daí, foi fácil esta decisão. Para um jogador estar aqui é maravilhoso” acrescentou.

      O facto de ter sido campeão do Mundo fez com que Nicolia deixassem uma mensagem de obrigado ao Benfica: “Se sou Campeão do Mundo muito devo ao Benfica que me tem ajudado muito”.

      Para a época 2015/16, os objetivos estão definidos: “Quem joga aqui sabe que tem que ganhar tudo. Este ano, como no ano passado, vamos tentar dar o melhor com trabalho e com humildade. Representar este clube é um estímulo e eu prometo sempre dar o meu melhor. Vamos fazer tudo para somar títulos”, prometeu.

    • Ussain Bolt atropelado em plena pista quando festejava o ouro nos 200 metros.

      efefefef
      27 Agosto, 2015

      Ussain Bolt tinha acabado de ganhar a corrida dos 200 metros do Mundial de Atletismo e festejada com a mítica volta ao estádio quando… foi atropelado. Leu bem, literalmente atropleado por um cameraman que está a filmar o jamaicano.

      Este foi o quarto título mundial nos duzentos metros que Bolt conseguiu, amealhando já oito medalhas em campeonatos do mundo.

      E estamos no atletismo, mas esta entrada por trás do jamaicano faz lembrar os lances mais viris no futebol… Foi obviamente um acidente e que o próprio atleta levou com boa disposição.

      Fique com o engraçado vídeo.

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    • Ricardinho quer levar jogador do Benfica para o Inter Movistar

      DSDSDSGGG
      25 Agosto, 2015

      Ricardinho, actual melhor jogador do mundo de futsal, e que recentemente brilhou a jogar na Masters Cup de futsal realizada em Portugal no Meo Arena, recomendou um jogador do Benfica ao seu clube.

      Em entrevista ao jornal Record, o talentoso jogador português acredita que Tiago Fernandes tem muito potencial e que pode singrar no futuro. Ele que já o segue desde os 7 anos, altura em que jogava com o seu irmão. Ele afirma que ”nessa altura já via uma técnica incrível e um discernimento muito grande para quase tudo. E já era líder, com uma raça que caracteriza as pessoas do Norte do país. Ele tem algo de especial e já aconselhei o Inter a ir buscá-lo”.

      Ricardinho que voltou a mostrar que é um benfiquista de coração. Frente ao Benfica apontou um hat-trick no jogo que deu o troféu ao emblema espanhol. A cada golo pediu sempre desculpa aos adeptos encarnados e no fim ainda tinha uma t-shirt vestida em homenagem aos Benfica.

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      Tiago Fernandes

    • Portugal bate Ucrânia e junta a Liga Europeia ao título mundial num ano de sonho

      Euro Beach Soccer League 2015 Superfinal Parnu
      24 Agosto, 2015

      A selecção portuguesa de futebol de praia conquistou o título europeu ao derrotar a selecção da Ucrânia por 5-4 na final realizada em Parnu, na Estónia, somando o ceptro europeu ao troféu de campeão mundial conquistado no mês de Julho, em Espinho. Num jogo que constituiu um verdadeiro hino ao futebol de praia, com incerteza no marcador durante os 36 minutos de jogo, Portugal conseguiu recuperar de uma desvantagem de 2 golos para bater a rival de leste, graças a um golo marcado em cima da buzina, da autoria de Zé Maria, herói da final ao apontar um hattrick.

      Portugal em desvantagem no jogo mais difícil da prova

      Adivinhava-se um jogo muito complicado para Portugal, diante de uma Ucrânia muito forte fisicamente, que cria sempre muito perigo através de um sistema 2:2 muito directo e das bolas paradas. Essa expectativa foi confirmada dentro das quatro linhas desde os primeiros instantes da partida, tendo os comandados de Varenitsya revelado uma inteligência notável na forma como prepararam a sua estratégia defensiva, conseguindo anular as habituais armas ofensivas de Portugal. Por seu turno, a selecção nacional apresentou-se muito confiante e unida dentro de campo, conseguindo quebrar o fluxo de ataque dos ucranianos com base no 2:2 montado pelo seu guarda-redes, hoje praticamente inofensivo. As oportunidades de golos eram, por isso, escassas, surgindo maioritariamente através de remates de longe e bolas paradas. Tornava-se nítido que o primeiro golo seria marcado quando a primeira equipa errasse e acabou por ser Portugal a vacilar primeiro, num lançamento lateral onde Coimbra e Andrade não conseguiram evitar o cabeceamento de Voitok ao segundo poste. Portugal tentava responder à desvantagem, mas os remates de Andrade, perante a organização defensiva ucraniana, revelavam-se ineficientes. Torres, num livre do meio campo, criou perigo, mas a tarfea não estava fácil para os jogadores portugueses, que numa perda de bola quase permitiam o segundo golo ucraniano na partida, evitado por Andrade. No entanto, Portugal ia tentando alvejar a baliza de Hladchenko e foi a 2 segundos do fim do 1º período que o esforço luso foi premiado, com um golo magistrala de José Maria Fonseca: o pivô português dominou a bola com o peito após um lançamento tenso de Andrade e executou um pontapé de bicicleta formidável, que concedeu o empate aos pupilos de Mário Narciso. No pontapé de saída seguinte, Coimbra evitou o golo ucraniano em cima da linha de baliza e garantiu o empate a uma bola na entrada para o 2º período.

      A equipa das quinas entraria na segunda etapa decidida a alterar o rumo dos acontecimentos, instalando-se dentro da área ucraniana nos segundos iniciais, mas seria mesmo a equipa de leste a chegar ao segundo golo, mais uma vez na sequência de um lançamento lateral: num lance duvidoso, a equipa de arbitragem considerou falta de Madjer sobre Andrii Borsuk e o número 6 ucraniano não hesitou na conversão da grande penalidade, batendo Andrade para o 2-1. A reacção lusitana não se fez esperar, tendo Madjer, Jordan e Belchior colocado a baliza de Hladchenko sob forte pressão, dando ao guardião ucraniano a oportunidade de brilhar. As movimentações de Portugal conseguiam, pela primeira vez, desposicionar a compacta barreira defensiva ucraniana, que apesar de tudo conseguia resistir aos esforços lusos. Com o passar do tempo, o exército amarelo foi conseguindo sacudir a pressão, cortando as investidas lusas através da manutenção da posse de bola no 2:2 armado pelo seu guarda-redes. Portugal voltava a não conseguir a mesmaa fluidez do seu jogo ofensivo, com o pivô muito marcado, apesar das tentativas de Belchior para surpreender os seus adversários. A Ucrânia, no entanto, criava sempre muito perigo nas bolas paradas e acabaria mesmo por marcar, já no derradeiro minuto do 2º período, num lançamento lateral em que Igor Borsuk surgiu sozinho ao segundo poste, finalizando acrobaticamente para o 3-1.

      12 minutos finais de luxo garantem título europeu

      A palestra do seleccionador nacional Mário Narciso o intervalo foi dada sob um ambiente de grande tensão, mas no seio da selecção nacional reinava ainda a esperança e a vontade de erguer o troféu de campeões europeus, algo que os dois golos de vantagem não iriam abalar. Foi com grande união e atitude que os jogadores portugueses partiram assim para os últimos 12 minutos da partida, que os consagrariam campeões europeus graças à forma como os guerreiros lusitanos se conseguiram focar no essencial: aumentar a intensidade e a qualidade do ataque nacional. E foi com um misto de potência e inteligência estratégica que Belchior reduziu a desvantagem para 3-2, capitalizando o pontapé de saída, ao fintar um adversário antes de rematar para o fundo das redes, quando toda a equipa ucraniana esperava a devolução do esférico para Madjer. Portugal manteve-se mais pressionante nos minutos iniciais do período, com o quarteto de campo formado por Torres, Jordan, Madjer e Belchior em bom plano, mas seria com a entrada do outro quarteto em jogo e o recurso ao 2:2 montado por Andrade que Portugal chegaria ao empate: o guardião nacional assistiu Belchior para um remate perigoso de Bê Martins, tendo Coimbra sabido ganhar o ressalto e guardar a bola para assistir o mesmo Bê Martins, que com um movimento veloz ganhou posição para o remate e assinou o 3-3, levando a uma explosão de alegria no banco português. Faltavam ainda 8 minutos para a conclusão do 3º período.

      Portugal aproveitou o balanço da recuperação realizada e manteve uma intensidade de jogo elevada, persistindo nas suas armas em busca do golo da vitória, mas a Ucrânia não se desmembrou na sequência do empate e continuou a revelar grande eficácia nas tarefas defensivas. O conjunto do Mar Negro ainda procurou reaver a vantagem perdida, mas o acerto defensivo dos jogadores portugueses obstou a novas surpresas, nem mesmo de bola parada. Todavia, a partida prosseguia a um ritmo alucinante, caminhando a passos largos para a conclusão do tempo regulamentar, quando a selecção portuguesa chegou à vantagem, pela primeira vez na partida: Alan combinou com Bê Martins na sequência de um lançamento lateral e rematou cruzado, com a bola a sair ligeiramente ao lado mas Zé Maria, num posicionamento inteligente ao segundo poste, surgiu a tempo do desvio que colocou Portugal em vantagem pela primeira vez na partida, a menos de 1 minuto no fim. Tornava-se mais fácil a conquista do título europeu, no entanto a Ucrânia chegaria ao empate no lance seguinte: após um pontapé de saída bem trabalhado, Andrii Borsuk passou por Bruno Torres e, na sequência da disputa corpo a corpo, os árbitros assinalaram uma falta dentro da área ao subcapitão da selecção nacional, com a grande penalidade a ser convertida pelo número 6 ucraniano. O 4-4 parecia indicar a inevitabilidade de um prolongamento, mas Portugal mostrou-se disposto a dispensar os 3 minutos de tempo extra, intensificando novamente a pressão sobre a baliza de Hladchenko. Após um conjunto de tentativas infrutíferas, quando o jogo parecia prestes a terminar, Rui Coimbra, em posse do esférico na zona central do terreno, levantou a bola e esboçou um pontapé de bicicleta como último recurso para a vitória. O míssil acrobático encaminhava-se para a baliza, onde Hladchenko se preparava para reagir, mas Zé Maria, mais uma vez com grande leitura de jogo, estava no sítio certo na hora certa e desviou a bola para o fundo das redes ucranianas mesmo em cima da buzina, fazendo o 5-4 que entregou a Portugal a Liga Europeia na última acção do encontro!

      Portugal campeão europeu

      Era a loucura no seio da selecção nacional: jogadores e equipa técnica festejavam efusivamente um triunfo para o qual todos haviam trabalhado tão arduamente, recuperando de uma desvantagem de 2 golos para no final o capitão Madjer erguer a taça de campeões europeus. Mário Narciso, seleccionador nacional, derramava lágrimas de alegria enquanto os seus jogadores o elevavam nos ares, celebrando a junção do título europeu à conquista do mundial. No âmbito dos records, Portugal igualou o feito da Rússia, campeã das duas competições em 2011 e 2013, que chegava a 2015 como bicampeã europeia e mundial, sendo destronada nas duas frentes pela selecção lusa.

      A equipas das quinas tornou-se também na selecção mais premiada na Liga Europeia, contabilizando os mesmos 5 títulos que a Espanha: 2002, 2007, 2008, 2010 e agora 2015 com a conquista de Parnu. Portugal viu ainda Elinton Andrade ser distinguido com o prémio de melhor guarda-redes da Superfinal, enquanto o suíço Stankovic foi o melhor marcador da competição, com 13 golos, e Igor Borsuk teve a consolação de ser eleito melhor jogador da prova. Nos outros jogos com mais destaque do dia, a Rússia bateu a Espanha por 6-3 e alcançou o 3º lugar do pódio, enquanto a Roménia derrotou a anfitriã Estónia por 3-2 nas grandes penalidades após um empate 6-6, garantindo assim o seu regresso à divisão A do futebol de praia europeu em 2016.

    • Ricardinho faz hat-trick ao Benfica e dá título ao Inter Movistar

      dsdsdsd
      23 Agosto, 2015

      Ricardinho esteve novamente imparável esta manhã no jogo que decidiu o vencedor da Masters Cup de Futsal, ao apontar um hat-trick diante do Benfica, dando a vitória aos espanhóis que venceram por 3-2.

      O Benfica até entrou a vencer com um golo de Alan Brandi, mas depois o mágico português encarregou-se da partida e com três golos dando a vitória ao actual campeão de Espanha.

      No momento dos seus golos, Ricardinho pediu sempre desculpa aos adeptos do Benfica, que aplaudiram o ex-craque da Luz.

      Fique com o primeiro golo do Ricardinho, o melhor diga-se de passagem.

      APOSTE NA DHOZE! HOJE HÁ BÓNUS DE 50 EUROS!

      Golo R10 – Inter x SL Benfica

      Primeiro golo do reencontro com o Glorioso. Momento único e emocionante do Mágico!

      Posted by Ricardinho – A Magia do Futsal on Domingo, 23 de agosto de 2015

    • Portugal bate Suíça e está na final da Liga Europeia

      Euro Beach Soccer League 2015 Superfinal Parnu
      22 Agosto, 2015

      A selecção nacional de futebol de praia está na final da Liga Europeia! Portugal garantiu o acesso à final na sequência de um triunfo convincente sobre a Suíça, por 8-5, e manteve-se no 1º lugar do grupo 2 da Superfinal, com 7 pontos resultantes de 3 vitórias. Portugal não vacilou perante russos, gauleses e helvéticos, carimbando assim o passaporte para a final enquanto única equipa invicta da prova. No jogo do título, os comandados de Mário Narciso irão encontrar a Ucrânia, que hoje venceu a Itália por 7-6 e beneficiou do facto de a Espanha apenas ter vencido a Bielorrússia após prolongamento. Lusos e ucranianos decidem quem sucede à Rússia enquanto campeão europeu de futebol de praia na final de amanhã, realizada pelas 17h de Portugal Continental, no areal de Pärnu, Estónia.

      Entrada de rompante das cinco quinas no campo de batalha

      A equipa portuguesa entrou determinada conquistar cedo a vantagem diante da congénere helvética, impondo desde logo uma boa dinâmica de troca de bola e movimentações a partir do sistema 3:1. Jordan, Madjer e Torres trabalhavam bem com Belchior, mas seria de bola parada que Portugal chegaria à vantagem, num canto batido de forma tensa por Belchior para a entrada fulminante de Torres. A Suíça procurava criar perigo, mas esbarrava na compacta barreira defensiva montade pelos jogadores portugueses, muito solidários. Apenas Stankovic, num pontapé de bicicleta, testou os reflexos de Andrade, enquanto Portugal ia testando as suas jogadas de ataque, com destaque para Madjer que, na conclusão de uma jogada bem trabalhada, atirou ligeiramente ao lado da baliza de Schwender. Apesar da prestação segura dos lusitanos, a Suíça chegaria mesmo ao empate, num lance rápido em que Wittlin fugiu à marcação de Coimbra e finalizou de primeira após um passe preciso de Stankovic. No entanto, a reacção lusa não se fez esperar, surgindo no pontapé de saída: Madjer levantou para Belchior, que devolveu o esférico ao capitão português, seguindo-se um passe de primeira para a subida de Jordan na ala esquerda e um remate acrobático cruzado do jogador nazareno, restabelecendo a vantagem da nação de Camões.

      Portugal crescia na partida e dilataria novamente a vantagem, numa obra de arte de Belchior: na conversão de um livre por falta de Spacca na ala direita do ataque, o número 10 de Portugal picou a bola sobre Schwender, assinando o 3-1 com a classe que o mundo do futebol de praia lhe reconhece. Portugal estava melhor na partida e os suíços deixavam-se levar pela emoção, o que ficou evidente quando Spacca, que já vira a cartolina amarela, decidiu protestar uma decisão da equipa de arbitragem. Consequentemente, o número 7 suíço acabou por ser expulso, deixando a sua selecção reduzida a 4 elementos durante 2 minutos. Portugal ameaçou por diversas vezes o quarto golo, através de jogadas bem desenhadas com sucessivas trocas de bola pelo ar, mas acabaria por ser com um tiro certeiro de longe por parte de Madjer que os lusos chegariam ao 4-1. No seguimento, uma jogada bem ensaiada por Portugal na conversão de um pontapé de canto quase resultava no golo de Coimbra, mas o cabeceamento do 2 luso saiu à figura de Schwender, que lançou o contra-ataque do qual resultaria o 4-2: Bruno Novo não conseguiu atrasar a bola nas melhores condições para Andrade e Stankovic, perante a pressão de Bruno Novo e Coimbra, conseguiu assinar o seu 9º golo na Superfinal. Os helvéticos mantinham-se assim mais próximos na partida, revelando uma eficácia colossal, mas a genialidade de Alan devolveria a vantagem de 3 golos aos discípulos de Mário Narciso: partindo do 2:2 montado por Elinton Andrade, o Bola de Prata do último mundial rematou colocado  e fora do alcance de Schwender, num grande momento do histórico jogador português. O 5-2 resgistado no final do 1º período ajustava-se perfeitamente à realidade da partida testemunhada pelos numesos adeptos presentes.

      Portugal muito confiante na gestão segura do resultado

      Na segunda etapa da partida, os suíços regressaram com uma boa dinâmica, tendo em Stankovic o homem mais perigoso para a baliza de Andrade. No entanto, a solidariedade defensiva dos jogadores portugueses mantinha fechados os caminhos para as redes lusas. Alternando o sistema 3:1 com a saída em 2:2, Portugal dominou em termos de posse de bola durante a maior parte do 2º período, criando perigo por diversas vezes através de acção rematadora dos seus jogadores. Num bom exemplo da consistência defensiva dos lusos, Zé Maria interceptou um passe para Stankovic e escavou uma autoestrada no areal de Pärnu, terminada de forma abrupta com um remate decidido para o fundo das redes helvéticas. Após o golo do 6-2, Portugal dispôs ainda de boas ocasiões para dilatar a vantagem, com um remate do guarda-redes Andrade defendido por Schwender e um tiro fantástico de Bruno Novo que passou um pouco por cima da barra.

      A Suíça conseguiria responder, com o sempre acrobático Stankovic em foco, testando a atenção do elástico Andrade. O terceiro golo helvético esteve à vista, numa das raras ocasiões em que a Suíça conseguiu desequilibrar a defensiva lusa: Stankovic ultrapassou Jordan e rematou com violência ao poste, para depois Denz rematar no ressalto e proporcionar a Andrade a defesa da tarde, num voo extraordinário do guardião luso-brasileiro. Portugal conseguiria sacudir a pressão do ataque suíço, criando muito perigo num remate de Alan desviado por Schwender para canto. Ainda que a Suíça tenha pressionado Portugal no último minuto do período, Portugal não facilitou, segurando os 4 golos de vantagem graças à notável entreajuda defensiva.

      Suíça recuperou e quase empatava mas grande fim de jogo de Portugal segura a vitória

      O jogo estava a seguir um rumo muito semelhante ao da partida de ontem dos suíços, diante da Rússia: 1º período muito forte por parte de Portugal, construindo um resultado avultado, gestão do marcador no 2º período, que terminava com um contundente 6-2. E as semelhanças não ficaram por aqui, uma vez que, tal como no encontro entre os helvéticos e os czares, a Suíça entrou decidida a lutar pelo resultado, reduzindo a desvantagem para 6-5 e despertando Portugal, que retomou a sua dinâmica de jogo habitual para segurar a vitória, alcançando um resultado final de 8-5. A história fica completa com a revisão dos lances que marcaram os 12 minutos finais. Primeiro, na conversão de um livre frontal, Belchior atirou à figura, permitindo a defesa ao jovem estreante Lisser. Na resposta, aproveitando uma perda de bola de Madjer, os suíços chegariam ao terceiro golo, num lance em que a areia colocou a bola na posse de Denz e o jogador dos Winti Panthers não perdoou, desfeiteando Andrade num pontapé de bicicleta. Portugal vencia ainda por 6-3 e procurou contrariar o ímpeto suíço com base na manutenção da posse de bola. Porém, uma precipitação na saída para o ataque e alguma lentidão na transição ataque-defesa levou a que os suíços, muito rápidos, aproveitassem o desequilíbrio gerado: Stankovic descobriu Wittlin e o número 4 suíço finalizou com convicção, sem hipótese de defesa para Andrade. Poucos instantes mais tarde, mantendo-se a Suíça mais pressionante perante uma equipa portuguesa com dificuldades em segurar a bola fora do seu meio campo, acabando por resultar no 6-5, da autoria de Moritz Jaeggy, num lance em que Schirinzi deixou a bola passar e viu o capitão de equipa chegar ao 6-5, perante a passividade da defensiva portuguesa.

       Apesar de um remate perigoso por parte dos suíços, que quase valia o empate, a reacção lusa não se fez esperar e revestiu-se de qualidade, com Belchior em grande destaque: regressando ao terreno de jogo, o pivô porutuguês recebeu um lançamento de Andrade, levantou a bola e armou um poderoso pontapé de bicicleta, ainda muito longe da baliza de Lisser, que nada podia fazer. O 7-5 trazia outra tranquilidade ao conjunto luso, que a partir daí voltou a conseguir implementar a sua dinâmica ofensiva habitual, sufocando as tentativas de reacção dos suíços, graças à recuperação dos índices de concentração por parte de Portugal. Os lusos dispuseram de melhores condições para dilatar a vantagem do que os suíços para a atenuarem, como foi exemplo o novo pontapé de bicicleta de de Belchior, desta vez sustido por Lisser. Já nos últimos minutos, o 2:2 português trouxe um claro domínio de posse de bola e abriu caminho ao 8-5 final, com Alan Cavacanti a receber um lançamento de Andrade para servir o aparecimento de Zé Maria ao segundo poste. Até final, Portugal continuou a demonstrar bom futebol de praia e segurou consistentemente a vitória, carimbando o acesso à final enquanto líder isolado do grupo 2.

      Ucrânia bate Itália num jogo louco e é o adversário de Portugal

      No grupo 1, a Ucrânia bateu a congénere italiana por 7-6, num jogo onde as reviravoltas do marcador foram uma constante. Os transalpinos estiveram a vencer por 1-0, tendo os ucranianos invertido a situação com 3 golos ainda no 1º período, mas os seus sucessivos erros defensivos nos 12 minutos seguintes valeram-lhes a transformação de uma vantagem de 3-1 numa desvantagem de 6-3. Apesar disso, os homens de Varenytsia recuperaram dos 3 golos de diferença, empatando a partida já no 3º período, e conseguiram chegar ao golo da vitória na conversão de um livre por Kornichuk. Num jogo com muita controvérsia associada à arbitragem, os italianos apresentaram um registo disciplinar terrível e acabaram por ser eliminados da Superfinal. Com este triunfo, os ucranianos acabaram por garantir o acesso à final, graças à ajuda da vizinha Bielorrússia: no confronto com os espanhóis, o empate a 3 bolas registado em tempo regulamentar colocava matematicamente a Ucrânia na final, ainda que a Espanha ainda conseguisse conqusitar 2 pontos, fruto do golo de Pablo no prolongamento.

      Os jogos da divisão A para Domingo colocam assim, frente a frente, Bielorrússia e França na luta pela 7ª posição, enquanto Itália e Suíça buscam a 5ª posição, deixando aos finalistas da edição de 2014, Rússia e Espanha, a honra de combater pelo bronze. Portugal e Ucrânia defrontam-se na luta pelo topo da hierarquia europeia, numa competição em que o historial das duas equipas se distingue: a Ucrânia, campeã da Taça da Europa em 2007 e vencedora da qualificação para o mundial em 2010, nunca alcançou o título na Liga Europeia e jogará a sua primeira final; por seu turno, Portugal procura conquistar um troféu que lhe foge desde 2010, podendo igualar a Espanha no palmarés da competição, que os vizinhos ibéricos lideram com 5 contra as 4 taças que repousam em solo luso.

      Recorde-se que Portugal e Ucrânia já se defrontaram uma vez este ano, nos Jogos Olímpicos Europeus em Baku, com vitória portuguesa por 5-4 após prolongamento. A selecção das quinas, campeã mundial, atravessa um grande momento de forma e já mostrou que tem capacidade para reagir a diferentes contextos de jogo, mas terá de manter os níveis de concentração elevados para contrariar as estratégias dos ucranianos, partindo de um sistema 2:2 muito directo, perigoso graças a jogadores fisicamente muito fortes e com uma qualidade de remate assinalável. Não obstante, Portugal tem-se revelado como a equipa mais consistente da Superfinal sob todos os pontos de vista e tem todas as condições para poder sonhar com a conquista do título europeu.

      Calendário de Domingo

      Calendário de amanhã

      08h15 – Divisão B – 7º / 8º lugares  – Noruega vs Turquia

      09h30 – Divisão B – 5º / 6º lugares  – Hungria vs Azerbeijão

      10h45 – Divisão A – 7º / 8º lugares  – Bielorrússia vs França

      12h00 – Divisão A – 5º / 6º lugares  – Itália vs Suíça

      13h15 – Divisão B – 3º / 4º lugares  – Inglaterra vs República Checa

      14h30 – Divisão A – 3º / 4º lugares  – Espanha vs Rússia

      15h45 – Divisão B – Final – Roménia vs Estónia

      17h00 – Divisão A – Final – Ucrânia vs Portugal (SPORT TV 4)

      Todos os jogos contam com transmissão em www.beachsoccer.com/schedule.

    • Ricardinho faz hat-trick e derrota Sporting

      Foto: ABOLA
      22 Agosto, 2015

      Ricardinho esteve imparável esta tarde no primeiro jogo da Masters Cup de futsal que decorre no Meo Arena. O português que alinha no Inter Movistar fez hat-trick frente ao Sporting e foi preponderante para que os espanhóis vencessem o emblema leonino.

      Pedro Cary e Diogo foram os marcadores do lado leonino.

      Segue-se o jogo do Benfica frente ao Barcelona no segundo duelo da competição, pelas 19 horas.

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      Masters CupResumo: Sporting 2-3 Movistar Inter

      Posted by Zona técnica – Futsal on Sábado, 22 de agosto de 2015

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