• valter-neves

    Quarteto de luxo na final a quatro da Taça

  • Foto: Ricardo Fernandes

    SC Braga/AAUM bate Fundão e iguala a eliminatória

  • ABC de Braga conquistou primeiro título europeu (Foto: António Oliveira)

    ABC de Braga é a segunda equipa portuguesa a vencer na Europa

  • Uma final que não merecia tão feio final

Melhores Marcadores

  • 1
    Pedro Cruz - Águas Santas / Milaneza
    192
  • 2
    Pedro Sequeira - Passos Manuel
    140
  • 3
    Pedro Portela - Sporting
    137
  • 4
    Belone Moreira - Passos Manuel
    130
  • 5
    Yuriy Kostetsky - SC Horta
    117
  • 6
    Nuno Silva - Madeira SAD
    115
  • 7
    Pedro Solha - Sporting
    114
  • 1
    Nandinho - Boavista
    33
  • 2
    Vigário - Unidos Pinheirense
    30
  • 3
    Jander - SL Olivais
    28
  • 4
    Alessandro Patias - Benfica
    25
  • 5
    Márcio Moreira - Póvoa Futsal
    22
  • 6
    Fábio Cecílio - SC Braga
    22
  • 7
    Zé Marau - Unidos Pinheirense
    20
  • 1
    Luís Viana - Juventude Viana
    64
  • 2
    João Rodrigues - Benfica
    48
  • 3
    Gonçalo Alves - Oliveirense
    42
  • 4
    Nuno Araújo - Valongo
    40
  • 5
    Francisco Barreira - Sanjoanense
    38
  • 6
    Carlos Nicolia - Benfica
    35
  • 7
    Vítor Hugo Pinto - FCP / Império Bonança
    31

Resultados da Jornada

  • Santo Tirso
    29
  • 30
    Águas Santas / Milaneza
  • Sporting
    27
  • 20
    Xico Andebol
  • Benfica
    29
  • 27
    FC Porto
  • Belenenses / Delta
    26
  • 25
    Maia / ISMAI
  • SC Horta
    44
  • 34
    ABC / UMinho
  • Passos Manuel
    31
  • 25
    Madeira SAD
  • Benfica
    8
  • 1
    Rio Ave
  • Cascais
    5
  • 6
    Leões PS
  • Póvoa Futsal
    2
  • 5
    Boavista
  • Modicus
    5
  • 1
    Burinhosa
  • Unidos Pinheirense
    5
  • 1
    Belenenses
  • SC Braga
    4
  • 1
    SL Olivais
  • Fundão
    4
  • 4
    Sporting
  • Candelária
    4
  • 2
    Paço de Arcos
  • Oliveirense
    5
  • 3
    OC Barcelos
  • Carvalhos
    3
  • 2
    HC Turquel
  • Sanjoanense
    6
  • 3
    CD Póvoa
  • Juventude Viana
    3
  • 3
    Sporting
  • Benfica
    11
  • 3
    Tigres Almeirim
  • FCP / Império Bonança
    6
  • 6
    Valongo

Entrevistas

Notícias

    • Quarteto de luxo na final a quatro da Taça

      valter-neves
      22 Maio, 2016

      Surpresas na Taça só se for em futebol. Em hóquei, os quartos-de-final não passaram de uma tarde tranquila para os favoritos. Quatro encontros de David contra Golias em que a história, desta vez, não se repetiu, já que o David nem sequer conseguiu empurrar o Golias, quanto mais derrubar. Benfica, Sporting, FC Porto e Óquei de Barcelos carimbaram o apuramento para a final a quatro da Taça de Portugal, derrotando de forma esclarecedora o Parede, Carvalhos, Paço de Arcos e Valença, respectivamente.

      Na Linha de Cascais, os encontros do campeão e vice-campeão nacionais tiveram tons de goleada, com o Benfica a vencer por 8-1 o recém vencedor da zona sul do Nacional da 3ª Divisão, Parede, e o FC Porto a derrotar o primo-divisionário Paço de Arcos por 5-0.

      No primeiro, até houve cheiro a surpresa, já que o Parede esteve na frente do marcador com um golo de Diogo Pereira aos três minutos. No entanto, e ainda antes do descanso, o Benfica já vencia por 3-1, com tentos de Adroher (14′), Diogo Rafael (17′) e Nicolia (19′, de grande penalidade). Na segunda parte completou-se a goleada com mais cinco tentos, da autoria de João Rodrigues (2′), Tiago Rafael (4′), Miguel Rocha (21′) e Adroher a completar o hat-trick com dois tentos, ambos ao minuto 21.

      Uns quilómetros ao lado, o FC Porto também deu pouca margem ao seu adversário. Saída para o descanso com uma vantagem de dois golos (Jorge Silva aos 15′ e Gonçalo Alves aos 24′) e, na segunda parte, mais três (Vítor Hugo aos quatro, Hélder Nunes aos sete e Jorge Silva aos 23′) para fechar a contagem de mão cheia.

      A norte, Sporting e Óquei também não sentiram grandes dificuldades. Os leões golearam os Carvalhos por 10-3 enquanto os vencedores da Taça CERS 2016 derrotaram a formação do Valença por 6-3.

      Nos Carvalhos, em outro duelo entre equipas de diferentes divisões nacionais (desta feita primeira contra segunda divisão), a tranquilidade começou com três tentos no primeiro tempo (João Pinto aos seis e 14 e Poka aos 18) e, na etapa complementar, foi só jogar com o resultado, havendo golos para os dois lados. José Almeida, Rui Vidal e André Matos marcaram para os da casa enquanto Tuco (2), João Pinto (3), Centeno e o júnior João Campelo fizeram os tentos verde e brancos.

      A um quilómetro de Espanha, o Barcelos também não deu grande espaço ao sonho da formação que alinha uma divisão abaixo, apesar do resultado curto ao intervalo (1-2 a favor dos forasteiros). Luís Querido e Hugo Costa marcaram para o Óquei enquanto Zé Braga reduziu para o Valença, de grande penalidade. Na segunda parte, os golos de Vieirinha e Querido colocaram os visitantes a vencer por 4-1, havendo espaço para mais dois tentos para cada lado, por Zé Braga (dois, um deles de livre directo), Joca e Hugo Costa.

      Nas meias-finais haverá dérbi com o confronto entre Benfica e Sporting, enquanto o FC Porto defrontará o Óquei de Barcelos. O local da final a quatro ainda não é conhecido.

    • SC Braga/AAUM bate Fundão e iguala a eliminatória

      Foto: Ricardo Fernandes
      21 Maio, 2016

      O SC Braga/AAUM venceu a AD Fundão por 4-2, igualando a eliminatória do play-off.

      Jogo intenso e muito bem jogado entre duas equipas com apenas um objetivo, vencer. O Fundão entrou melhor na quadra, criando logo uma situação clara de golo no primeiro minuto, mas os bracarenses rapidamente equilibraram os pratos da balança. Com oportunidades em ambas as balizas foram os guarda-redes que mais brilharam, tanto Vitor Hugo como Iago estiveram em grande nível entre os postes, adiando ao máximo o primeiro golo. Golo esse que surgiu à passagem do minuto onze por intermédio de Eskerda na transformação de uma grande penalidade muito duvidosa.Os guerreiros não se intimidaram com este golo e no mesmo minuto Paulinho fazia o 1-1, igualando novamente a partida.Numa fase de algum ascendente, o bracarense Marinho (18`) colocava os a equipa da casa em vantagem no marcador por 2-1, resultado com que atingiu o minuto vinte.

      No segundo tempo, a equipa beirã entrou atrás do prejuízo e viu Tiago Soares (23`) fazer o 2-2 num bom remate.O SC Braga/AAUM estava obrigado a vencer para levar o jogo para a negra e não baixou os braços. Assim, no minuto seguinte, André Gomes marcava o 3-2 num golo de belo efeito, colocando o pavilhão ao rubro. O Fundão em desvantagem voltava novamente à carga, mas Vítor Hugo, tal como no primeiro tempo, estava intransponível, fazendo defesas com um grau de dificuldade elevada. Os minutos iam passando e com um minuto e meio para final, Bruno Travassos apostou num 5/4, mas sem efeito, pois foram até os bracarenses, num lance precedido de falta, que conseguiram ampliar a vantagem e levar a decisão para um terceiro jogo.

      No final do encontro, ambos os treinadores estavam de acordo num aspeto: a dupla de arbitragem foi a pior equipa na quadra. O técnico bracarense Paulo Tavares começou por felicitar a sua equipa: “quero dar os parabéns à minha equipa, porque fomos os melhores em tudo exceto numa coisa, na finalização. Não podemos falhar tantos golos, já na primeira mão foi assim. A nossa vitória foi justíssima”. O técnico estava desagradado com a dupla de arbitragem: “estes jogos mereciam arbitragens de outra qualidade. As melhores duplas estão nos jogos que já estão decididos, não compreendo isto. Vamos ver amanhã quem segue em frente”.

      Bruno Travassos, técnico do Fundão, começou por frisar também que “um grande espetáculo de futsal merecia árbitros com mais qualidade, não entendo o critério das nomeações”. Sobre o encontro, o técnico referiu: “foi um jogo muito intenso e ganhou a equipa que menos erros cometeu. O Vítor Hugo foi determinante no resultado final. Amanhã vamos tentar ganhar”, finalizou.

      SC Braga/AAUM: Vitor Hugo; André Machado (C); Nilson; Marinho e Tiago Brito

      Jogaram ainda: Paulinho; Miguel Almeida; André Coelho e André Gomes

      Suplentes não utilizados: Xot

      Treinador: Paulo Tavares

      AD Fundão: Iago; Nuno Couto(C); Márcio Moreira; Teka e Pany

      Jogaram ainda: Tunha; Tiago Soares e Eskerda

      Suplentes não utilizados: Hélder; Fábio e Ivo

      Treinador: Bruno Travassos

      Marcadores: Eskerda (11`); Paulinho (11`); Marinho (18`); Tiago Soares (23`); André Gomes (24`) e Marinho (39`)

      Ação Disciplinar:

      Amarelos: Miguel Almeida (8`); Vitor Hugo (10`); Teka (11´); Tiago Soares (13`); Tunha (21`); André Machado (22`); Márcio Moreira (28`); André Gomes (33`); André Coelho (38`)

      Árbitros: Mário Lobo (AF Viana do Castelo) e Vitor Rocha (AF Porto)

    • ABC de Braga é a segunda equipa portuguesa a vencer na Europa

      ABC de Braga conquistou primeiro título europeu (Foto: António Oliveira)
      21 Maio, 2016

      O ABC de Braga é o campeão da Taça Challenge 2016. Na final, o ABC até perdeu o encontro, por 25-29, mas a Taça ficou mesmo em Braga, no somatório das duas eliminatórias. 

      Depois de ter vencido, em Lisboa, por 22-28, o ABC de Braga entrou muito mais relaxado no encontro desta tarde e, nos momentos finais, o Benfica conseguiu descolar no marcador, vencendo por 25-29, após um encontro muito equilibrado, em que o ABC conseguiu fazer alguma gestão de esforço, talvez a pensar já no jogo do campeonato, na próxima quarta-feira.

      Sem contar com os lesionados Ricardo Pesqueira e Tomás Albuquerque, o ABC já teve no banco Nuno Grilo e Carlos Martins, mas não entraram, eles que, tal como no último sábado, desfalcaram a equipa do ABC, por mazelas físicas.

      Na finalíssima, Braga voltou a mobilizar-se pela sua equipa. O mítico pavilhão Flávio Sá Leite esteve ao rubro para empurrar a equipa para a conquista da Taça. Apesar do ambiente infernal, entrou muito bem em jogo o Benfica. Belone Moreira fez o 1-0 para os encarnados, nus cinco minutos iniciais equilibrados (2-2). Depois, começou a fugir o Benfica e Cavalcanti fez o 2-6, momento em que Carlos Resende pediu o primeiro ‘time-out’, a sentir-se ameaçado pelo adversário.

      Fez bem a pausa ao ABC e pouco depois, em contra-ataque, Miguel Sarmento reduziu para dois golos a diferença (4-6). O Benfica continuou sempre na frente, com uma vantagem entre os dois três golos, aproveitando a boa exibição do guarda-redes Nikola Mitrevski e algumas falhas do ABC no ataque. Foi já aos 24 minutos que Hugo Rocha empatou para o ABC. Após uma finta de corpo, conclusão em chapéu, num excelente golo do pivô academista. Até ao final do primeiro tempo, o ABC não passou para a frente, mas não deixou o Benfica voltar a fugir, recolhendo aos balneários com empate a onze no marcador.

      No segundo tempo, reinício bem diferente com o ABC a chegar cedo à vantagem. André Gomes fez o 14-13 e Miguel Sarmento aumentou a vantagem para 15-13. Tudo parecia cada vez mais difícil para o Benfica, que continuava a esbarrar em mais uma enorme exibição de Humberto Gomes. E tudo parecia piorar quando Ales Silva foi excluído, aos sete minutos do segundo tempo, por alegada cotovelada no jovem André Gomes. Faltavam pouco mais de quinze minutos para o final do encontro e o ABC mantinha a vantagem de dois golos (19-17), mas sofreu um parcial de 3-0 e viu o Benfica, por Elledy Semedo, a passar novamente para a frente (19-20).

      Já nos cinco minutos finais, Diogo Branquinho fez o 24-23 para o ABC, mas os minutos finais pareciam já de celebração. Resende ainda fez entrar os dois jovens guarda-redes Emanuel Ribeiro e Cláudio Silva, e também o lateral Oleksandr, para que todos os indisponíveis pudessem jogar neste encontro. Deu para tudo, até para o guarda-redes Mitrevski marcar de baliza a baliza.

      Capitão Humberto Gomes dedicou troféu a Aleksander Donner: “Foi ele que apostou em mim”

      No final, independentemente da derrota no encontro, a festa foi do ABC. E que festa. Pavilhão ao rubro e sem ninguém arredar pé. Humberto Gomes levantou a Taça, com uma camisola a agradecer a Alexander Donner, o mítico treinador, recentemente falecido, a quem Humberto sempre se mostrou muito agradecido, pela sua carreira. “Obrigado” dizia a camisola, com uma imagem do treinador. O capitão do ABC levantou a Taça e depois percorreu todo o pavilhão, para que todos os adeptos pudessem ver a Taça Challenge de bem perto.

      Postura impecável também do Benfica, com os jogadores a ficarem no campo, perante a festa do adversário, agradecendo depois o apoio dos adeptos. Momento muito bonito, numa final europeia, que foi, toda ela, um elogio ao desporto português.

    • Uma final que não merecia tão feio final

      16 Maio, 2016

      Há textos que não devem ser tocados, de tão exactos que estão. O texto que um dos maiores ídolos do hóquei português dos últimos tempos, Pedro Alves, vencedor de tudo o que é título e o atleta mais internacional das selecções nacionais, escreveu na sua página oficial do Facebook, descreve na perfeição o que aconteceu hoje na Luz, na final da Liga Europeia, tristemente estragada por uma dupla de arbitragem que nem Benfica nem Oliveirense mereciam.

      “Parabéns ao Benfica pela conquista da Liga Europeia, o Oliveirense foi um digno vencido , no entanto, sem tirar mérito a quem venceu, não posso deixar de dizer que estava a assistir a um excelente espectáculo de Hóquei em Patins e que a partir do momento em que a equipa de arbitragem resolveu ser protagonista, o jogo passou a ser um circo…a taça estava ao alcance de qualquer das equipas, o jogo estava a ser bem disputado e de seguida vem um cartão azul a Ricardo Barreiros…decisão ridícula , depois os jogadores da Oliveirense foram perdendo a “cabeça” e vem tudo por acréscimo, o Benfica não tem culpa disso, e teve sempre em busca da vitória , tem uma equipa fantástica e por isso parabéns aos novos campeões europeus”.

      O que escreveu Pedro Alves foi precisamente isto que aconteceu no Pavilhão Fidelidade. Quem lá esteve, notou a diferença dos acordes da voz entre o antes e o depois da decisão ridícula de Xavier Bleuzen que tudo mudou em relação ao futuro vencedor da Liga Europeia. Até os adeptos ficaram comprometidos. Expulsou Ricardo Barreiros num lance inofensivo e, de seguida, fez o mesmo a Souto, deixando a Oliveirense com menos dois elementos quando a segunda parte ia a meio. Em jogos deste calibre que, como vimos no sábado nas meias-finais, decidem-se em detalhes, as expulsões que originaram o 4-3 a favor do Benfica fizeram imensa diferença, deixando os aveirenses completamente desnorteados.

      Foi um final que ninguém desejava de uma final e a prova disso foi a quantidade de adeptos encarnados que abandonaram o pavilhão mesmo antes do troféu ter sido entregue. A vitória deixou de fazer tanto sentido como teria se tivesse sido limpa, que não foi.

      No que toca ao jogo jogado, a Oliveirense esteve melhor e merecia a vitória. O Benfica adiantou-se por Diogo Rafael (14′), os forasteiros empataram por Souto (16′) e viram Diogo Rafael bisar (17′), até que Caio, o melhor elemento em pista, empatou a dois (18′). O internacional português protagonizou uma excelente jogada que deu o 3-2 a João Souto (19′), resultado com que as duas equipas atingiram o intervalo.

      Na segunda parte o Benfica empata por Adroher (8′) e a partir daí Nicolia faz o 4-3 com os encarnados a jogarem com mais dois elementos (13′) e novamente Adroher finaliza com as esperanças da Oliveirense ao fazer o 5-3 quando os bi-campeões jogavam com mais um elemento em pista (21′).

      Para os que apreciam a modalidade e não resumem as justiças das vitórias à mera conquista da mesma, fica difícil atribuir justiça a esta conquista, não por falta de mérito do Benfica, mas por obra da péssima arbitragem que decidiu ganhar protagonismo ou ele não deveria ter lugar, tirando ao vencedor um possível mérito da vitória.

    • FC Porto confirma terceiro lugar e vai à EHF

      António Areia esteve em destaque na vitória portista (Foto: FC Porto)
      15 Maio, 2016

      O FC Porto venceu o Sporting, por 33-25, resultado que lhe garantiu o 3º lugar no campeonato nacional. Fim de época no Dragão Caixa, mas antes, a equipa azul-e-branca garantiu a presença na Taça EHF, na próxima época.

      Após caírem eliminados nas meias-finais, FC Porto e Sporting lutavam, pelo melhor resultado possível. Mas, mais do que a honra de terminar dentro ou fora o pódio, este ano havia uma vaga europeia em disputa. E, depois de ter vencido, em Lisboa, por 26-27, o FC Porto repetiu a vitória sobre o Sporting, e confirmou a presença na Taça EHF. O Sporting termina, em quarto lugar, e no próximo ano, vai dispuatar a Taça Challenge, prova que venceu em 2010 e que este ano voltará a vir para Portugal, uma vez que está a ser disputada por ABC e Benfica. 

      No encontro que marcou a despedida dos dragões do campeonato, prova que dominaram nos últimos sete anos, a equipa controlou todo o encontro frente ao Sporting. Depois de um pequeno equilíbrio inicial, os dragões foram aumentando, progressivamente, a distância no marcador. Ao intervalo, já venciam por 14-10. No segundo tempo, mantiveram o sentido de jogo, culminando numa vitória muito confortável, por 33-25.

      Frankis Carol, com dez golos, foi o melhor marcador do encontro. No FC Porto, António Areia destacou-se na concretização, ao apontar nove golos.

      Águas Santas e Madeira SAD levam discussão à negra

      Também neste sábado, o Madeira SAD recebeu e venceu o Águas Santas, por 32-28. Com este resultado, está empatada a luta pelo 5º e 6º lugar final, uma disputa mais acesa, uma vez que há uma vaga europeia em disputa. Uma vez que a Taça Challenge será vencida por ABC ou Benfica, o que abre uma vaga na competição, e estes dois clubes, por serem também finalistas do campeonato, já garantiram um voo mais alto (Liga dos Campeões ou Taça EHF), essa vaga ficará, então, para o quinto classificado.

      O Águas Santas venceu o primeiro jogo na Maia, e o Madeira impôs-se no Funchal. A decisão vai à negra, e terá lugar, também na Madeira, no próximo sábado.

    • Final portuguesa na Challenge: ABC ganha vantagem na Luz

      ABC de Braga e Benfica em mais um duelo
      14 Maio, 2016

      O ABC de Braga  venceu o Benfica, no pavilhão nº2 da Luz, e está em vantagem para vencer a Taça Challenge. Em mais um jogo que opôs as duas equipas (o terceiro em apenas uma semana), levou a melhor o ABC, pela segunda vez, mas desta vez a contar para a primeira-mão da prova europeia.

      No próximo sábado, joga-se a segunda-mão mas o ABC terá, em casa, o conforto dos seus adeptos, e também de uma vantagem de seis golos, após vitória por 22-28.

      E à quinta final europeia, o ABC está mais perto do que nunca de a conquistar. Esta é a única brecha no fantástico palmarés academista mas parece estar à distância de uma semana para que a história seja alterada. No próximo sábado, o ABC vai entrara em campo, no pavilhão Flávio Sá Leite com uma preciosa vantagem e com a confiança de uma excelente época. Como o fez nesta noite. Desfalcado de Ricardo Pesqueira, Tomás Albuquerque, Nuno Grilo (poderá falhar também a segunda-mão) e de Carlos Martins, o ABC conseguiu uma grande vitória, num jogo que controlou desde o início.

      Depois de uma derrota a meio da semana, o ABC conseguiu reverter o rumo num regresso ao mesmo pavilhão, mas para ser feliz desta vez. Miguel Sarmento e Fábio Vidrago iniciaram a contagem, nuns minutos iniciais em que Humberto Gomes se mostrava preparado para mais uma grande noite.

      Aos 10 minutos, Elledy Semedo ainda empatou a contenda a três golos mas o empate foi o melhor resultado que o benfica conseguiria durante toda a partida. Aos 17 minutos, Pedro Spínola disparava para o 6-10 e o ABC mostrava-se muito mais tranquilo. A cinco minutos para o final, a vantagem ainda chegou aos cinco golos, por Pedro Seabra (8-13), mas nos minutos finais, o Benfica ainda conseguiu reduzir, fechando o primeiro tempo, a perder por três golos, após golo do pivô brasileiro Ales Silva. 10-13 ao intervalo.

      No segundo, a tendência manteve-se. O Benfica ainda reduziu até aos dois golos (11-13 e 13-15), mas  nunca pôs em perigo a vitória do ABC, que foi quase sempre mantendo uma vantagem de três, quatro golos. Já nos dez minutos finais, Diogo Branquinho levou a vantagem para os cinco golos (18-23) e o jovem André Gomes fez o 19-25, a seis minutos do final A vitória já não iria fugir ao ABC e no último minuto, Pedro Seabra marcou o 22-28, selando um excelente triunfo para a equipa de Braga.

      Ao longo de toda a partida, o ABC mostrou-se muito forte na defesa, onde Humberto Gomes se revelava, muitas vezes, intransponível. Depois, o jogo fluía e os contra-ataques, quase sempre muito bem aproveitados, sobretudo pelas ‘setas’ das pontas, Miguel Sarmento e Diogo Branquinho. Quando o Benfica apertava na defesa, Pedro Spínola e Seabra resolviam de fora ou no serviço a Hugo Rocha, nos seis metros. Jogo muito conseguido do ABC, e o Benfica com muito mais dificuldades, apenas colmatados nos rasgos de Elledy Semedo, Tiago Pereira ou Hugo Lima. Ainda assim, esteve longe o Benfica de realizar uma boa exibição, como vinha sendo habitual.

      Miguel Sarmento e Pedro Spínola, com seis golos cada, foram os melhores marcadores da partida. No Benfica, o destaque foi para Elledy Semedo e Javier Borrágan, com quatro golos cada. As equipas voltam a enfrentar-se no próximo sábado, em Braga, para a segunda mão da Taça Challenge, numa fase em que a final do campeonato está parada.

      (Em atualização)

    • Dragões entregam título de bandeja

      Porto Canal
      14 Maio, 2016

      Já havia pouco a decidir. Ao Benfica, bastava apenas uma vitória nos próximos três jogos para se sagrar bi-campeão nacional, mas nem isso foi preciso. É que o FC Porto, em jogo atrasado da 23ª jornada, cedeu perante o Valongo, empatando a seis e entregando matematicamente o título aos encarnados que ainda irão precisamente ao Dragão Caixa na próxima jornada.

      E o início do encontro pouco fazia prever tal desfecho, já que a formação de Guillém Cabestany esteve a vencer por 4-0, com golos de Vítor Hugo (11′ e 13′), Gonçalo Alves (15′) e Jorge Silva (19′). Nuno Araújo, de grande penalidade, ainda reduziu antes do intervalo (21′).

      Na segunda parte houve um ‘tu cá tu lá’ de golos até aos primeiros cinco minutos. Nalo García dilatou para o FC Porto (1′), Rúben Pereira reduziu (4′) e Vítor Hugo completou o hat-trick a 20 minutos do final do encontro, colocando o marcador em 6-2. No entanto, um golo marcado ao minuto 12 por Hugo Azevedo em underplay (com menos um elemento em pista portanto) descontrolou os azuis e brancos por completo, sofrendo o 6-4 em underplay pelo stick de Rúben Pereira (14′) e o 6-5 quatro minutos depois, por Henrique Magalhães.

      No último minuto, repetiu-se a história da época passada por um lado e a história do jogo na Luz na primeira mão, por outro. O mesmo é dizer que Rúben Pereira completou o seu hat-trick, empatando a partida a seis no último minuto, fruto de um livre directo que penalizou a 15ª falta dos visitados. A fazer lembrar o golo do empate de Alvarinho ao cair do pano na época passada e o livre directo que permitiu ao Benfica empatar o encontro na primeira volta, acabando depois por vencer por 6-4.

      Termina assim o primeiro capítulo de Cabestany no campeonato português, bem mais cedo que o esperado, já que era de prever que o Benfica tivesse de suar até à penúltima jornada, pelo menos, já que dragões e águias irão defrontar-se no Dragão Caixa na próxima ronda.

    • Há melhor que um dois em um?

      DN
      14 Maio, 2016

      Será difícil para qualquer outra equipa e em qualquer modalidade repetir o feito benfiquista. Sagrar-se bi-campeão nacional às 16h34 e passar à final da Liga Europeia 26 minutos depois. E só foi possível graças ao empate do FC Porto com o Valongo em jogo atrasado da 23ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, em primeiro lugar, e à vitória do Benfica sobre o FC Barcelona nas meias-finais da Liga Europeia que têm lugar este sábado no pavilhão Fidelidade em Lisboa.

      No segundo encontro, era mais que esperada a decisão pelas grandes penalidades. As duas melhores equipas da Península Ibérica, ambas campeãs de Portugal e Espanha e com grandes diferenças pontuais sobre os segundos classificados, defrontaram-se na meia-final que foi considerada por muitos (ou todos) como a final antecipada desta Liga Europeia. Este domingo veremos se assim é. O que já vimos, é que quer Benfica quer Barça podiam ter carimbado o passaporte para o derradeiro encontro, mas foram os encarnados os mais assertivos na hora das grandes penalidades.

      Após uma partida muito cautelosa de ambos os lados e com apenas dois golos e de bola parada – Álvarez marcou primeiro de livre directo ao minuto 9′ da segunda parte e Torra empatou de penálti a três minutos do final -, acabaram por ser os catalães ex-Barça a ditar o vencedor. Adroher na segunda série de penalidades e Torra na seguinte, fizeram o 3-1 para os da casa, com Panadero a ser o único blaugrana a converter, já na quarta série.

      O Benfica aguarda assim o resultado da segunda meia-final entre Oliveirense e os italianos do Forte dei Marmi, enquanto festeja o seu 23º título nacional, o segundo consecutivo.

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